Venha e adentre tudo o que é estranho
Olhando nos olhos, tudo o que é vergonhoso
Jogue sujo e deixe o passado numa caixa
Ele vai se conter?
Ele vai entender?
Conter-se ou silenciar
Punhos fracos sempre vão em frente
O próximo e o distante
Não mais anulam um olhar vazio
Há algo?
Há muito, demais
E o fim não chega, ele nunca chegará
É como passear descalço no inferno
Mas não parece muito
É muito?
Mudar ou silenciar
Aceitando o que é teu por direito
Mesmo que o direito seja a punição
Lutar está fora de cogitação
Está mesmo?
Vergonha é mudar tanto pra ser o mesmo.
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