Talvez
minha sorte tenha mudado, estabilizado,
Mas eu
continuo o mesmo perdido, estagnado.
Talvez
tudo seja autorrejeição
Com um
significado não decifrado,
E eu
seja a própria coisa
Que
sempre causou as minhas quedas.
Talvez o
desperdício seja doce quando se é jovem,
Mais
belo e poético.
Talvez o
amor fosse a corda
Que me
amarrava a todos esses pensamentos,
E talvez
partir seja bom,
Pois
abre novos espaços.
Talvez
eu me apaixone,
Mas
nunca aprenda.
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